quarta-feira, 21 de abril de 2010

Finalmente libertei-me de ti...


Consegui enterrar-te bem fundo
libertei-me de ti,
do medo que tinha de ti
e ao mesmo tempo de te perder...

Não te escondi
nem sequer te guardei num baú
para mais tarde recordar,
simplesmente te fiz partir
te obriguei a ir para não mais voltares...
Por mais estranho que possa parecer,
não doeu,
não custou,
nem me fez pensar,
apenas me fez conseguir de novo respirar...

3 comentários:

Rosemildo Sales Furtado disse...

Que sejas feliz!

Beijos e fiques com Deus.

Furtado.

Anónimo disse...

Raramente damos o braço a torcer...
Quantas e quantas vezes nos deixamos levar pela ilusão, pelo fantástico, pela paixão...
Quase tantas quantas as que acaba em desilusão...
Seja como for, mesmo ao som de um aspirador, todos os momentos, todas as palavras, todas as caricias são eternas...

LadyButerfly disse...

Para haver desilusões tem de haver ilusões... E dessas eu nunca vivi... E sim,quando as coisas são sentidas mesmo ao som de um aspirador são eternas,mas podem ficar para trás quando assim deve e tem de ser...